O GRANDE JOGO DA VIDA

O que é o grande jogo da vida senão uma busca incessante para alcançar a felicidade, para se conhecer e especialmente alcançar objetivos?

Em todos estes anos ajudando pessoas em suas questões de vida, cada dia chego mais a conclusão que nossas dores são muito ligadas ao que não sabemos de nós e de nossas histórias, quando ressignificamos acontecimentos passados e conseguimos focar no presente, alcançar os objetivos se torna algo mais simples e realizador de fato.

Finalizei uma formação muito interessante, se chama “O JOGO DA VIDA”, onde fomos convidados a realmente olhar como estamos jogando o jogo da vida, é uma metodologia muito interessante e eu diria até que instigante, pois é envolvente e nos leva a um mergulho interior.

Sei que pode parecer simples demais dizer que autoconhecimento é se conhecer. Uma vez que convivemos com a gente mesmo o tempo todo, então e fácil dizer que já me conheço o suficiente. Mas tudo começa a ficar muito mais profundo quando entendemos que na verdade não nos conhecemos, ou ainda que se nos conhecemos é de uma maneira muito rasa ainda.

Acredite usamos muitas maneiras para nos afastarmos de nós mesmos, digo sem receios que no geral estamos mais voltados a nos aproximar e conhecer os outros do que a nossa própria pessoa.

É possível que eu tenha te deixado confuso agora caro leitor e você deva estar se perguntando: Afinal quando nos conhecemos de verdade? ​Quem sou eu? Quando conseguir manifestar todas as virtudes e potenciais que nascem da sua essência, por incrível que pareça tem algumas coisas que ao longo da vida vamos representando como sendo nós, nosso trabalho, nosso nome, nossa história, tudo isso diz sim respeito a nossa personalidade mas não a nossa essência.

O seu verdadeiro eu vai além de tudo isso, e ela só é revelada quando meu coração está aberto, quando posso verdadeiramente amar.

Um coração ferido, encoberto pelas defesas que impedem de amar e amar-se, outro dia eu falava para uma paciente que muitas vezes a “vida” nos bate tanto que daí só aprendemos a apanhar, revidar e na maioria das vezes bater em nós mesmos.

De fato não é um jogo simples de ser jogado, mas enquanto eu brigo com as regras, enquanto eu crio as minhas próprias regras e máscaras, não consigo alcançar o resultado que o grande jogo da vida tem para mim. Não “evoluo nas casas”, fico estagnado ou retornando muitas vezes para o ponto de partida e quando me percebo lá se foi a existência com os mesmos padrões, as mesmas dores, afinal, uma lição não aprendida é repetida.

E entendendo que a mente “mente” mergulhar para dentro de si mesmo é uma jornada de enormes descobertas, nem sempre agradáveis, digo que esta é uma jornada para corajosos, sim requer alguma dose de coragem para se olhar, se ver, se perceber…

Confesso que quando busquei esta ferramenta, acreditava poder ajudar mais meus pacientes, e o que encontrei foi profundo em mim mesma, uaaal quanta coisa eu não vi, eu não sabia que não sabia.

E sim, foi um grande desafio confrontar com aspectos da minha sombra, porém, esta jornada me levou além e é até lá que estou disposta a conduzir meus clientes e pacientes. E quando falo conduzir acredite nesta jornada vamos até onde você se permite, é a sua jornada. Tem uma técnica maravilhosa que utilizo no consultório chamada a “Jornada do Barqueiro” e assim que me coloco diante do meu paciente na jornada dele, como o barqueiro que conduz um barco direcionado pelo passageiro corajoso que decidiu romper os limites da sua mente e ir a lugares ainda não visitados.

Dentro da sessão do Jogo da Vida utilizamos uma ferramenta milenar um jogo védico que era utilizado pelos rishis (sábios). O tabuleiro do Maha Lilah composto por 72 casas que representam os 72 estados da consciência, é a base utilizada para mapear a jornada do buscador, a medotologia ensinada com excelência pelo meu mestre Nickson Gabriel traz também o uso dos arquétipos, a jornada do herói de Joseph Campbell, bem como Jung ambos observaram um padrão comum em todas as histórias, contos e mitos de diversos povos. Este padrão foi dividido em 12 etapas. Tratando-se de todas as etapas envolvidas no processo de sair de um estágio de consciência para um estágio de consciência superior. (o jogo da vida – Nickson Gabriel).

Assim como na constelação sistêmica no jogo da vida entramos em contato com o campo sistêmico do jogador, é como se tirássemos uma fotografia dos padrões inconscientes e transparentes que ele nem sabia que tinha dentro dele. Que muitas vezes até temos a intuição mas não olhamos com os olhos atentos que nos ajudam chegar a transformação desejada.

“Sincronicidade é a união de eventos internos e externos de uma maneira que não pode ser explicada por causa e efeito e que seja significativa para o observador. ” Carl Jung

E é exatamente com a sincronicidade que iremos trabalhar neste processo profundo e revelador. Preparado em uma sala especial, com um assento confortável e ao aroma de óleos essenciais, é mais que uma consulta ou um jogo é uma experiência profunda e acolhedora.

Eu sou Mari Santana Terapeuta Sistêmico e Coach e ficarei muito feliz em fazer parte da sua jornada de transformação, este é um dos recursos que utilizo em meus atendimentos, a terapia vivencial, método que desenvolvi para meus atendimentos apartir das experiências e vivencias com as diversas técnicas que conheci ao longo dos anos, tem sido um caminho de cura emocional para milhares de pessoas, venha você também ………………………..PERMITA-SE. Quer agendar uma consulta para conhecer melhor estes processos? Clique abaixo, o primeiro atendimento online é gratuito.

Um abraço com o aroma da consciência do óleo essencial Olíbano.

Se FERE não é AMOR

Há uma linha tênue entre o amor e a dor, fomos ensinados assim.

Desde pequenas(os) ouvimos histórias de princesas que são salvas por um príncipe encantado, outras presas em um calabouço passam a vida toda ali, até que o príncipe, lindo, rico, montado em seu cavalo branco, com seus cabelos ao vento chega para salvá-la. Tem até as que morrem e são ressuscitadas por ele. Ele maravilhoso, em muitas destas fábulas é forte fisicamente mas fraco emocionalmente, comandado pela mãe e vive abaixo das asas de papi e mami. Mas não deixe ser ele o imponente príncipe.

Quero primeiramente esclarecer que não sou de nenhum desses movimentos feministas, não sou a favor de algumas manifestações que vejo, e isto é um posicionamento pessoal, acredito que mulheres são 90% das pessoas que sofrem com relacionamentos abusivos e tóxicos, em especial na fase de violência doméstica, mas jamais teria a pretensão de excluir ou desconsiderar a dor dos 10% de homens que sofrem o mesmo e muitos que por sua criação machista ainda sequer aceitaram que vivem isto.

  • 1 a cada 3 mulheres sofre com violência doméstica (física)
  • 3 a cada 5 mulheres sofrem ou sofreram com RA (relacionamento abusivo) ou viu isto acontecer com algum dos seus vínculos afetivos ao longo da vida
  • Nem 10% dos casos são registrados
  • 90% dos casos não são registrados
  • Na quarentena foi registrado um aumento superior a 30% nos casos relatados como violência doméstica

Segundo pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas que detalhou impactos perturbadores da violência sobre a saúde física, sexual, reprodutiva e mental das mulheres.

“Mulheres que sofrem abuso físico ou sexual têm duas vezes mais chances de fazer um aborto, e a experiência quase dobra sua probabilidade de cair em depressão. Em algumas regiões, elas têm 1,5 vez mais chances de adquirir HIV, e existem evidências de que mulheres agredidas sexualmente têm 2,3 vezes mais chances de ter distúrbios com álcool. Mais de 87 mil mulheres foram intencionalmente assassinadas em 2017 e mais da metade foi morta por parceiros íntimos e familiares. Surpreendentemente, a violência de gênero é uma causa tão grave de morte e incapacidade entre as mulheres em idade reprodutiva quanto o câncer, e uma causa maior de problemas de saúde que os acidentes de trânsito e a malária combinados.” (Site da ONU)

Sem dúvidas é devastador, uma herança cultural maldita.

A devastação emocional é tamanha que se torna uma grande cicatriz, com uma fina película, que pode doer ao menor toque. Não é fácil confrontar com as lembranças das ameaças, da pressão sofrida, da tensão diária, mesmo estando há muitos anos livre do relacionamento abusivo. São marcas profundas.

Todo relacionamento abusivo se inicia de forma encantadora, afinal jamais nos entregaríamos apaixonadamente para alguém que já de início chegasse podando nossa liberdade e metendo a mão na cara, jamais, tudo começa da forma que começa qualquer relacionamento. Abaixo descrevo um pouco de cada ciclo:

Este ciclo doentio pode se estender por uma vida inteira, quem nunca ouviu falar de uma mulher que sofria estes abusos desde a adolescência e que já idosa ainda estava ao lado do abusador.

Considero importante citar que o abusador também está doente, em geral homens que foram criados em lares violentos, e a modelagem que tiveram foi do amor que fere, que não permitir que ela coloque tal roupa, ou saia com tal amiga é uma maneira de “proteger o relacionamento”. Li um artigo interessante a respeito do perfil do homem que impede a mulher de sair, de ser, de sentir, é como um colecionador de artes que compra seus quadros no mercado negro, qual a graça de comprar um quadro de picasso e não poder expor para todos?? Então a resposta encontrada foi “tenho o prazer de olhar e dizer que é meu, minha posse”.

Nem sempre as crianças sabem o que é amor e o que é dor. Se fere não é amor, muitas vezes vira, se fere é amor, porque foi assim que aprenderam. Que viram.

Nossa sociedade precisa urgentemente de cura, e não será somente acolhendo as mulheres e rechaçando os homens que conseguiremos isto. Precisamos de um novo modelo mental do que é amor, sair do conto de fadas e olhar para a realidade que temos dentro das casas, quando o dinheiro acaba, quando a bebida chega, quando as dores antigas gritam e no meio disso tudo, quando as crianças chegam para ver tudo que não deveriam ver, e crescem achando que aquilo é horrível mas que também é normal, e se tornam adultos que novamente irão replicar os modelos que tiveram.

Se fere não é amor, é uma série de publicações para conscientização, que irá se transformar em um lindo projeto de transformação de pessoas que sofreram com relacionamentos abusivos e violentos, eu venci um RA, já estive na mira de um punhal de prata apontado para meu pescoço, enquanto aquele que no momento se considerava o dono do meu destino, me ameaçava dizendo que iria me esquartejar, e que minha mãe teria que montar um quebra cabeças para conseguir me colocar em um caixão, também dizia que se não ficasse com ele não ficaria com mais ninguém. Foi mais de uma hora de tensão em um lugar onde ninguém poderia me socorrer, meu socorro veio de Deus, pois naquele período da minha vida a ignorância e o machismo dos homens da minha família me impedia de ter alguém para me proteger.

Penso que uma das maiores dores que podemos sentir quando somos vítimas de um Relacionamento doentio, é a sensação de não ter a quem recorrer, olhar para os lados em uma rua deserta e pensar, puxa, se ele me pegar aqui vai me matar e ninguém vai ver, o medo de andar na rua pois quando olha para trás lá está ele te seguindo. Lembro que ganhei da minha mãe um lindo relógio, e ele pegou para ele, pois disse que se eu usasse chamaria muito a atenção, que não combinava comigo. Eu era uma menina de 19 anos, estudiosa, inteligente, e sim, eu caí nesta cilada, ou seja, ninguém está imune.

Mas eu venci, confesso que por anos foi difícil andar nas ruas sozinha, tentei suicídio, pensar em morrer era constante, por anos chorei ao lembrar, por anos escondi e não falei deste assunto, sentia vergonha de ter vivido isso, mas decidi que não posso mais me calar, e então fui me especializar em Relacionamento Abusivo, e estou preparada para te atender. Hoje vivo um relacionamento saudável, feliz e que me ajudou a reerguer minha auto estima e auto amor. Fiz terapia, me tornei a terapeuta. Tenho aquele algo a mais, eu sei o que você sente, eu sei….. eu sinto muito.

Semana que vem farei uma publicação especial falando sobre a diferença entre relacionamento disfuncional, tóxico e abusivo.

Se você precisa de atendimento e tem medo de falar me envie uma mensagem com a senha “acho linda a flor dente de leão”, vou entender que você está passando por isso sozinha(o) e que não sabe o que fazer.

O maior patrimônio que você tem é a sua história de vida, um dia ela ajudará a transformar muitas vidas. Vamos ajudar a melhorar o mundo.

Grande abraço, Siga transformando a sua e outras vidas. Mari

Atendimento online – Saiba como a tecnologia tem sido uma excelente ferramenta de transformação.

É inevitável, o mundo está em constante movimento e em grande transformação, mesmo neste momento atual em que grande parte das pessoas está em quarentena, a vida não para de acontecer, e tudo está em movimento constante.

Já há mais de 2 anos realizo atendimentos online, ferramenta fantástica que nos conecta, aproxima e facilita o alcance de inúmeras pessoas no Brasil e no mundo. E a busca por este

Em meio a tanto stress, ansiedade, depressão, este realmente não é o momento de ficarmos sozinhos e isolados em casa e a tecnologia está aí para nos ajudar com isso de maneira espetacular.

Fico imaginando como foi difícil para nossos antepassados em tempos de pandemias, guerras, reclusão ou ainda quando tiveram dificuldades emocionais em tempos cotidianos, eles não tinham com quem conversar, não havia acessibilidade que temos hoje e especialmente a mentalidade que temos hoje, há tempos atrás, terapia era coisa de “maluco”.

Entre alguns dos atendimentos oferecidos hoje, estão processos com Hipnose, Constelação Familiar, processos com Programação Neurolinguística e outros, todos os processos terapêuticos são vivenciais com a finalidade de promover a reprogramação emocional e mental, ressignificando traumas, dores emocionais de abandono, fobias, ansiedades, problemas de relacionamento, etc.

Felizmente estamos na era digital, e não existem fronteiras para o apoio emocional.

Alguns dos países que já alcançamos com atendimento online

  • BRASIL (TODOS OS ESTADOS)
  • JAPÃO
  • INGLATERRA
  • ESTADOS UNIDOS
  • ESPANHA
  • PORTUGAL
  • FRANÇA

Benefícios:

  • Atendimento online te traz a comodidade do seu próprio ambiente, casa, escritório, até do seu próprio quarto;
  • Ganho de tempo, pois muitas vezes o paciente gasta no deslocamento até uma hora, podendo chegar a duas horas de trânsito entre ida e volta, dependendo da distância de sua casa e trabalho até o consultório físico;
  • Pessoas com fobia social, se sentem muito mais seguras sendo atendidas no seu ambiente seguro, esta modalidade de atendimento promove uma melhora consideravelmente rápida nestes casos, pois o paciente não é exposto logo nos primeiros atendimentos ao agente fóbico (grande número de pessoas, seja de carro ou transporte público);
  • Melhor aproveitamento da sessão, pois o foco central do paciente/cliente é exatamente o ambiente virtual, que deve ser adequado, não causando as possíveis distrações com mobiliário e ambiente do consultório físico;
  • Flexibilidade de horário, pois não necessita deixar antecipadamente o trabalho ou casa, o que já causa ansiedade e stress em muitos pacientes;
  • Financeiro, uma grande economia de combustível, estacionamento, transporte por aplicativo, alimentação no itinerário (pois muitos saem direto do trabalho e acabam fazendo uma parada para alimentar-se antes ou depois da sessão);
  • Grande custo-benefício – Tempo, dinheiro, conforto;
  • Já pensou na comodidade de ser atendido com pantufas? Acredite este é um grande diferencial, muitos clientes chegam ao consultório com dores nos pés e muitas vezes demoram relaxar, devido ao translado e calçados que utilizaram o dia todo.
  • Muitos ganhos emocionais, os pacientes em especial com questões ligadas a ansiedade, depressão, fobia social, etc… Acabam tendo muita dificuldade especialmente no início do processo, pois precisam romper barreiras emocionais gigantes para sair de casa e chegar ao consultório físico, o que acaba gerando inevitavelmente desistências do processo em muitos casos, o atendimento online já elimina estes desconfortos;

Mari, mas e o ganho emocional de um abraço? E o acolhimento?

Acredite a grande maioria das pessoas não está buscando ou “necessitando” deste tipo de ganho emocional, buscam ressignificar as dores de uma vida toda, traumas, dificuldades em lidar com elas mesmas ou com os outros, porém, o fato de não ter contato físico em nada altera o acolhimento e amorosidade do atendimento proporcionado pelo Siga Transformando.

Entendemos que a cura emocional tem etapas, caminhos e para chegarmos lá temos diversos mecanismos e ferramentas, o abraço e a sensação olfativa agradável (muito presente no consultório físico por conta dos óleos essenciais da aromaterapia), são apenas algumas destas etapas. conexão vai além do toque, e para isto temos a ampla experiência do acolher sem fronteiras, dos mais de 1000 atendimentos online realizados até hoje, levando nossa energia até você, onde quer que você esteja, ainda que sejam quilômetros de distância.

Permita-se, amplie seu olhar e vamos seguir transformando vidas…..

Para informações mais detalhadas clique aqui.

“Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses”. Rubem Alves

Um abraço com aroma de Alecrim, Mari Santana

Covid-19 – Então o mundo parou.

Nossos ouvidos se tornaram mais atentos, uma notícia ainda um pouco tímida, começava a abalar nosso dia a dia de forma nunca imaginada. As notícias sobre o sofrimento do povo chinês estavam circulando, um vírus novo e perigoso estava adoecendo e matando pessoas.

26/02/20 Ministério de Saúde confirma o primeiro caso de corona vírus no Brasil. Um homem de 61 anos, morador de São Paulo que esteve na Itália entre 9 e 21 de Fevereiro. Neste momento ainda não tínhamos ideia do quanto esta notícia iria mexer com nossa rotina, emocional e financeiro.

Os dia foram passando e muitos ainda não haviam compreendido, como isto iria alterar nosso momento atual. Notícias de vários países, diversos casos, a cada dia um aumento assustador, então a Itália se torna o centro dos olhos do mundo, a cada dia multiplicavam-se os casos e as mortes, ainda mais do que na China onde tudo se iniciou.

Porém aos poucos tudo começa e ficar assustador.

Um ordem de recolher-se ao lar começa apavorar a todos. Mercados lotados, farmácias, uma corrida para abastecer a dispensa. Medo, um medo gigantesco começa a tomar conta da sociedade. Estamos vivendo momentos jamais imaginados há 15 dias atrás.

  • Medo de perder o emprego,
  • Medo de passar fome,
  • Medo de morrer,
  • Medo do desconhecido,
  • Medo… Medo.

Pensamento positivo nem sei o que é mais… (disse uma amiga)

Primeiro, nunca vivenciamos um momento mundial como este, ver potências como Estados Unidos, Alemanha e outros fechando suas fronteiras realmente traz a sensação de final dos tempos. Ficar trancafiado dentro de casa com medo até de tocar em um ente querido também traz a mesma sensação.

Porém, o mundo não irá acabar e se tomarmos os devidos cuidados, em breve estaremos com nossas rotineiras vidas de trabalho, casa, estudo, viagens retomada.

O principal neste momento é o que fazer com o que temos agora! Tenho recebido muitos relatos de pacientes que estão ansiosos, nervosos, familiares brigando dentro de casa, e realmente o convívio mais próximo também trará à luz dores antigas, ressentimentos, preocupações, e um certo humor canino, se não cuidarmos dali a pouco teremos muitos casos de agressões, feminicídios, suicídios e aí nosso problema será maior do que imaginávamos no começo desta história.

A primeira atitude sensata a se tomar é ter CALMA, RESPIRAR, PARAR UM POUCO.

Nunca ouvi dizer que algo fosse resolvido em meio a desespero, ao contrário, por experiência digo que todas as vezes em que me desesperei entrei em um problema maior.

Dia 18/03/20 decidi que não atenderia presencialmente neste momento, alguns pacientes assustados não queriam comparecer ao atendimento, outros tantos ainda não se davam conta do tamanho da gigantesca onda que viria a nos assolar, me senti perdida, por uns instantes parei e chorei, chorei por tantas coisas lindas que vinhamos realizando em consultório e que por um tempo não seria possível, chorei por cada paciente depressivo que esperam ansiosamente o momento de chegar a consulta e rir comigo, sim minhas consultas são compostas de muito sorriso.

Chorei por que tenho uma filha e um genro em outro país, chorei por ter que trancar minha mãe em casa e por dias não poderei abraçar e nem beijar, pensar que quando estava tudo bem trabalhei tanto que não tinha tempo, agora temos tempo e não podemos visitar ninguém.

Não tenho a pretensão de dizer que não chorei mais, seria mentira, chorei ao receber a notícia que a mãe de uma amiga que amo esta infectada e na UTI, chorei com uma cliente que me ligou falando suas angústias. E com minha filha do outro lado da tela do meu celular, as distâncias agora são mais descomunais que nunca.

Em meio a tudo isso, como um raio de esperança ouço do meu filho de 17 anos dizer: Vai dar tudo certo mãe, Deus é fiel.

E de fato assim creio, depois de tudo isso estaremos no mínimo mais higiênicos rsrs afinal nunca se tomou tanto banho ou se lavou tanto as mãos e braços, mas brincadeiras a parte, precisamos agora do nosso melhor, do guerreiro interior que tem dentro de cada nós, da força interna que fez nossos antepassados passarem por momentos ainda mais difíceis e desoladores e ainda assim deixarem para nós humanos um legado de vitórias.

Agora é momento de sossegarmos o coração, a nossa preocupação excessiva ou pânico de fato agora será desfavorável.

Aproveite para colocar em dia os estudos, ler um livro, arrumar a sua casa, até brinquei ontem mesmo que fazia tempo que eu não dedicava tanto tempo para a organização de coisas tão simples, até um bolo (feio mas gostoso) tive como fazer.

Ore, use sua fé e aqui não me interessa qual seja ela, porque é sua, use-a, este é o momento, seja estratégico(a), comece a pensar em alguns planos B, é possível que você precise. Eu já ampliei a agenda online e terei que adaptar meus pacientes para esta nova realidade. Realmente o mundo estará mudando, e nós consequentemente também. Precisamos também ter a clareza de que agora nossa questão é saúde pública. O mundo parou para que possamos sobreviver ao vírus.

Outra lição importante, quantos de nós sequer conseguem ficar dentro de casa? Ontem vi pessoas que saíram de carro só pra dar uma volta, outros foram caminhar na rua só para não ficar em casa, e tem até aqueles que literalmente não estão ficando em casa. Salvo por questões de trabalho ou emergenciais, este é momento de ficar em CASA. Mas que agonia é esta que nos impede de estar entre os nossos? Que desassossego é esse que nos impede de deitar em uma tarde de quarentena e assistir um filme ou dormir?

Ainda que o mundo lá fora esteja esta loucura, aqui dentro de casa e dentro de nós precisamos sossegar. O mundo não vai parar, só nossa vida parou um pouquinho, para que talvez tenhamos tempo de olhar para o que há muito não olhávamos, e talvez este lugar seja PRA DENTRO DE SI.

Mergulhe para dentro de você!

  • Meditação
  • Ouvir músicas de relaxamento
  • Ler um livro
  • Assistir um bom filme
  • Contar piadas
  • Jogos de tabuleiro em família
  • Fazer uma receita gostosa
  • Voltar a bordar

São muitas as possibilidades, ficar em frente a tv ou celular o dia todo vendo notícias ruins de forma alguma ajudará. Nosso pensamento é poderoso e 5 minutos pensando em coisas ruins derruba a imunidade por 6 horas, 5 minutos de pensamentos positivos aumentará em 6 horas a imunidade, ou seja nós temos escolha, cultive bons pensamentos, e tudo isso passará mais rápido.

Nada fará mais diferença neste momento que o genuíno amor de uns pelos outros, seja solidário, amoroso, gentil, com os seus principalmente. É momento de união, se alguém se exaltar, silencie, talvez para esta pessoa esteja mais difícil do que para você, e se você em algum momento se angustiar, chore, se quiser esbravejar, vá para seu quarto feche a porta e faça isso, se coisas boas passam, coisas ruins passam também. O sol sempre brilha após a tempestade. Este momento não escolheu ricos ou pobres, poderosos e humildes, todos estamos no mesmo barco, não há dinheiro ou status que altere este quadro.

O que fará a diferença é a escolha de se cuidar, se acalmar e confiar, tudo isso passará………

Siga na fé e Transformando-se.

Com afeto Mari Santana

77 motivos para continuar vivendo e desistir do suicídio…

Hoje quero dedicar esta publicação à um post maravilhoso que vi no instagram, que falou diretamente comigo e me fez relembrar de momentos tão difíceis que passei na vida, em um fase tão jovem. Aos 21 anos já havia tentado suicídio por mais de uma vez, pensava constantemente em morrer, a vida parecia não ter sentido para mim.

Em muitas vezes fui julgada, quando as pessoas descobrem que um dia fui uma quase suicida, falam: “nossa, que horror, eu nunca pensei uma coisa dessas.” “Affe credo acho fraqueza demais”. Enfim seja qual for a bobagem que eu tenha escutado em algum momento, certamente demonstra somente que realmente estas pessoas jamais puderam sentir a dor que senti um dia, havia perdido o brilho no olhar, estava apática, sem luz interna, tanto sofrimento naquela fase me fazia olhar para minha vida como um caso sem solução.

Me julguei por isso muitas vezes….

Na época não, mas passado um tempo eu mesma comecei a me julgar, me sentia uma derrotada, fraca, pequena, porém, um dia conheci a fé, e foi a fé que mudou a minha história de VIDA… mas, além da certeza de que havia alguém poderoso acima de mim, que poderia me ajudar a verdadeiramente VIVER, olhava para o lado e via minha filhota ali precisando de mim, daí vinha uma força maior que me impulsionava a viver mais um dia. Era assim, de dia em dia…..

Ontem assisti um filme, o nome dele Por Lugares Incríveis, na netflix, chorei, chorei, me vi ali, retratada, e vieram muitos e se…. e se eu tivesse conseguido, e se…… olhando para trás, que bom!

EU NÃO CONSEGUI COMETER SUICÍDIO…

Mudei o olhar, para mudar a direção…

Parei de olhar para os motivos para morrer e comecei a olhar para os motivos que tinha para continuar vivendo… E viver se tornou uma incrível jornada… E hoje amo amo e amo viver, vivo intensamente, a até o simples fato de estar no sofá assistindo um filme ou lendo um livro me traz as mais incríveis sensações de satisfação, respirar fundo é inexplicável…..

Vou elencar aqui mais de 70 motivos simples para que você deseje VIVER….

Se fizer sentido para você anote e programe-se…….

Sua extraordinária vida só está começando…..

  • Tomar banho de chuva outra vez;
  • Ouvir um Eu te amo;
  • Poder dizer isso de volta;
  • Roubar um chocolate, ou esconder o meu só pra mim;
  • Passar um dia inteiro longe de casa;
  • Viajar para conhecer alguém;
  • Tomar banhos quentes;
  • Ver pessoas sorrindo
  • E mesmo sem vontade, acabar sorrindo com elas;
  • Mudar a vida de alguém;
  • Superar uma decepção;
  • Assistir filme com amigos por ligação de vídeo;
  • Ouvir sua música favorita pela milésima vez;
  • Dormir em uma ligação;
  • Achar fotos antigas e ver como você melhorou;
  • Conhecer novas pessoas;
  • Conquistar algo de valor;
  • Plantar algo e ver florescendo;
  • Fazer uma tatuagem, nem que seja de Henna;
  • Aprender a cozinhar;
  • Tirar fotos engraçadas;
  • Cantar em um Karaôke;
  • Dançar feito maluco(a);
  • Fazer a própria versão de uma música;
  • Ter piadas internas;
  • Ver raios;
  • Ver a lua;
  • Se apaixonar;
  • Olhar pela janela do carro;
  • Sentir o cheiro do mar;
  • Vídeogames;
  • Fazer memórias;
  • Sentir a brisa em um dia quente;
  • Mudar o corte de cabelo;
  • Encarar seus medos;
  • Fazer algo que valeu a pena;
  • Ajudar alguém;
  • Ler teorias da conspiração e pirar com elas;
  • Dormir;
  • Acordar e sentir o cheiro do café;
  • Estalar uma parte do corpo;
  • Usar meias engraçadas;
  • Tirar nota máxima em algo;
  • Fazer algo que você realmente queira;
  • Passar o dia sem fazer nada (adoro);
  • Ver vídeos durante a madrugada;
  • Virar o travesseiro para o lado frio;
  • Ter um animal de estimação;
  • Ver a loucurinha dele quando você chega;
  • Chorar no ombro de alguém;
  • Chorar loucamente no final de um filme;
  • Secar as lágrimas e seguir depois como se nada tivesse acontecido;
  • Assistir aos fogos de ano novo;
  • Seu próximo aniversário (estar lá é importante);
  • Olhar as nuvens;
  • Andar de barco (ainda quero);
  • Encontrar um lugar no mundo onde você se encaixe;
  • Ir a festas, mesmo sem querer, e depois amar ter ido;
  • Experimentar a vida;
  • Estar simplesmente vivo ainda, quando muitos não estão mais;
  • Ver a si mesmo(a) se recuperando quando parecia impossível; (amei)
  • Ser uma inspiração;
  • VOCÊ É IMPORTANTE;
  • VOCÊ faz outras pessoas felizes, ainda que só uma;
  • Só existe um VOCÊ em todo mundo;
  • Suas cicatrizes sararão;
  • Existe uma solução;
  • Você nunca estará só;
  • A tendência é melhorar, aguenta mais um pouco;
  • Seus amigos;
  • Seus irmãos;
  • Seus pais;
  • Seus avós;
  • Peça ajuda;
  • EU TE QUERO VIVO(A);
  • O MUNDO NÃO SERIA O MESMO SEM VOCÊ E SEM MIM;

Hoje, sou Mari Santana Terapeuta Sistêmico e Coach, trabalho com Consultoria, tenho uma família linda e muitos sonhos ainda para serem realizados, hoje sou grata aquela menina perdida, que um dia desejou não viver mais, ela me trouxe até aqui, sempre honrarei a nossa história.

Sigo transformando a minha e outras vidas, de todo coração desejo que você que lê este texto agora possa também transformar outras vidas, através da sua extraordinária jornada de VIDA…….

TE DESEJO………… VIDA…..

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A grande dificuldade de acreditar em você mesmo(a)

De fato o mundo está a pleno vapor, redes sociais, mídias, muitos parâmetros de comparação, para todos os lados temos alguém em “destaque”, e fica muito difícil chegar a tal felicidade, realização ou motivação se é que se pode denominar assim. Somos reféns do que os outros esperam de nós e na maioria das vezes os padrões são inalcançáveis.

É angustiante, bate aquela ansiedade e fica muito difícil continuar acreditando que somos capazes de realizar algo. PARA PARA PARAAAAAAAAAAAAAAAAA….

É PRECISO PARAR COM URGÊNCIA

Uma frase que muitos de nós ouviu desde criança ecoa até hoje nos pensamentos de muitos, “o gramado do vizinho é sempre mais verde” ou ainda “filha da fulana está indo super bem na escola e você nada!”, “Veja seu irmão como é inteligente, copie as coisas boas dele”, “ta vendo fulaninha emagreceu um monte, já você não está nem aí para seu corpo, não fecha essa boca”….. poderia passar o dia escrevendo as milhares de frases desmotivadoras e limitantes que vamos ouvindo ao longo de toda a jornada de vida. Palavras que gritam no subconsciente e fazem um estrago nos nossos resultados, afetando diretamente nossa capacidade de realização em diversos âmbitos da vida.

Desde muito pequenos acostumamos a comparar, comparávamos as notas dos colegas, as roupas que usavam, o lápis (que vinha com a tabuada escrita, aquilo era o máximo para quem tinha), o caderno de capa dura do amiguinho enquanto o meu era escrito com um carimbo do lado (fundepar venda proibida), o sapato, o cabelo, as viagens que faziam, e tudo isso ao longo de muitos anos parecia apenas coisas de criança ou adolescente, então começamos a nos tornar “gente grande”, e passamos a dizer “eu vou vencer na vida!!!!”, mas o tal vencer não chega, e você continua se comparando.

Pode parecer até cruel, mas quem nunca encontrou um amigo do tempo do colégio que está suuuuper bem, e quase que imediatamente começou a comparar com a própria vida, tentando encontrar as inúmeras falta de sorte, escolhas erradas, burrices que você teve na vida para não estar tão bem assim também. Vou chamar aqui de invejinha “branca”, se é que exite a tal da cor para a inveja que segundo o dicionário significa: 1. desgosto provocado pela felicidade ou prosperidade alheia; 2. desejo irrefreável de possuir ou gozar o que é de outrem. (e isto inclui a tal “sorte” que o fulano teve na vida…

Talvez sua cabecinha pensante já esteja aí cheia de objeções a isto que está lendo agora, e inclusive com bastante negação, dizendo “Eu nunca fui invejosa assim!”, “Aff eu fico tão feliz quando vejo alguém que eu gosto bem”, “odeio gente invejosa”….. enfim queridos leitores blá blá blá da sua mente, porque CLARO que todos já sentiram inveja em algum momento, isto não te faz uma pessoa ruim, não te faz uma pessoa desprezível, isto só demonstra que SIM, você é um ser humano, normal e com tudo que o kit humano traz na sua composição.

Agora o que você vai fazer com isso sim determina o seu caráter (importante esclarecer isso para que possamos seguir com tranquilidade).

Enfim, como você percebeu até aqui somos bombardeados de todos os lados, mas a boa notícia, nós temos escolha. Nós definimos como as coisas prosseguem a partir daqui, as rédeas agora estão nas suas mãos.

Me lembro quando decidi empreender pela primeira vez um frio na barriga e uma sensação de incapacidade imensa, primeiro porque não tinha o dinheiro que precisava, não tinha pra onde correr, nem o colinho de um, nem o ombrinho de outro, era eu por mim mesma, foi uma loucura, se deu certo? Até certo ponto sim, mas eu não tinha as estratégias certas, não me conhecia o suficiente, então posso dizer que até certo ponto deu certo, pois trouxe diversos aprendizados, mas a tão sonhada empresa ainda não havia acontecido ali.

Por um longo período de tempo pensei que para “vencer”, e alcançar meus objetivos precisava de dinheiro (sim era uma crença daquelas), e isto me limitou por anos, afinal trabalhava como uma louca, e de fato nunca tinha o dinheiro que precisava de fato.

Quando passamos por muitas dificuldades ao longo da vida temos tendência a ter estas dificuldades que inclusive já passaram como o referencial da nossa vida, e o que acontece? Geramos mais dificuldades, quando você teve uma mãe que era pai e mãe ou vice versa, você tende a não aceitar ajuda, se torna sim muito forte mas por outro lado toda a independência que desenvolve é também seu calcanhar de aquiles, você não aceita muita ajuda mas reclama o tempo todo que a vida é difícil, que ninguém está ao seu lado, e assim queira ou não (sem mimimi pllis), você dificulta seu caminho mesmo sem perceber.

Existe uma palavra que me definiu por anos, mas que hoje pra mim é inaceitável: “Mari você é uma guerreira” =( gente nãããão). Porque o guerreiro está fadado a lutar pelo resto da vida, saindo de uma luta e entrando em outra, afinal se deixar de lutar perde o título. Quando entendi que vivia a guerrear, defini para mim que iria gerar um caminho mais leve para eu mesma passar.

Mas não foi simples assim, busquei terapia e comecei a estudar tudo que falava sobre autoconhecimento, afinal quem era eu????????? O que estava faltando para que eu pudesse alcançar meus sonhos, ter mais paz e viver tranquilamente os relacionamentos com as pessoas?

A primeira coisa que identifiquei era que muitos ao meu redor acreditavam muito em mim, eu era elogiada pela facilidade com a fala, pelo capricho com meu trabalho, pela maneira excelente que eduquei meus dois filhos, pela sinceridade que sempre saiu da minha boca (mesmo que naquela época sem tanta suavidade), então comecei a autoanálise, entendi que tinha ali um tesouro que somente eu não via.

Uma das minhas primeira atitudes que nunca esqueço, é que parei de negar quando alguém falava “Nossa Mari como você se expressa bem”, ao invés de dizer “ah que é isso, imagina, nem falo bem nada”, passei a agradecer, e dizer “obrigada pela gentileza, eu gosto desta qualidade minha”, ufaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa a primeira vez que consegui realmente enxergar algo maravilhoso em mim foi libertadora, mas para isso precisei não me preocupar com o que achariam, porque algumas vezes as pessoas te elogiam esperando que você discorde, e não discordar pode fazer com que ascenda dentro da mente delas o alerta “hummm que metida =( ” , mas foi aí que já na sequência aconteceu o segundo e libertador passo, PAREI DE ME IMPORTAR COM O QUE ACHAVAM DE MIM.

Sou quem sou, virou minha frase preferida, passei a entender que sou um ser em plena evolução e o que pensam de mim só terá peso se vestiram minhas sandálias, caminharam por meus caminhos e sentiram o meu sentir, ou seja, NINGUÉM, por mais próximo o amigo, ninguém jamais terá meu ponto de vista.

Aceitar que os que me amam me aceitam como sou foi outro ponto fundamental desta jornada de começar acreditar em mim, muitos se foram, amigos que pareciam chegados, entre outras pessoas, o que aliviou bastante a carga da minha jornada, fica sempre mais leve caminhar com quem nos quer de verdade, e no meio disso tudo, fiquei mais inteira e mais feliz.

Após estas pequenas e “simples” descobertas, melhor depois destas aceitações pude realizar muitas coisas, me estabelecer na minha profissão, definir um futuro mais tranquilo, vivenciar o momento presente com mais prazer e saborear os detalhes de ter nascido eu, Mari Santana, com a minha história e características únicas, como assim também é a sua. Aos que convivem comigo foram presenteados com alguém muito melhor, parei de competir, de comparar e especialmente de ter expectativas sobre os outros, bem como não espero senhores que tenham alguma sobre mim.

Simplesmente sou eu, e se posso deixar para você uma dica: Conheça-se, permita-se conhecer, viva a sua verdade, siga sua essência e acredite em você, mesmo que seja difícil, mesmo que as estatísticas da sua vida até aqui tenham um balanço muito negativo, ainda assim, ESCOLHA acreditar em você.

Foi um caminho longo, mas acredito em uma frase que diz assim: Quando o aluno está pronto o mestre aparece, foi assim na minha jornada, a cada evolução um mestre foi aparecendo, a cada novo aprendizado um novo crescimento, creio que assim seguirei transformando a minha e outras vidas até que minha jornada se encerre neste plano, porém, cada dia com mais leveza.

Um grande abraço com o aroma de autoconfiança do Alecrim.

Mari Santana

Ano novo – Chegou 2020 e agora?

Vamos lá começou um novo ano e com ele infinitas possibilidades, geralmente começamos em meados de novembro ou Dezembro do ano anterior imaginar todas as coisas diferentes que queremos para o ano que está chegando, é o como se a cada final de ciclo tudo se renovasse e lá vamos nós para uma nova jornada, é como se simplesmente tudo pudesse mudar num toque de mágica.

De fato a motivação do novo ciclo traz consigo novas estratégias, energia e vibração suficientes para gerar algumas mudanças, mas se o pensamento e o comportamento não forem modificados os resultados continuarão sendo os mesmos.

Tenho me observado há algum tempo, é como se mesmo vivendo meu propósito algo estivesse faltando, me sentia em alguns momentos simplesmente sendo levada pela vida, como uma folha levada pela correnteza das águas de um rio, simplesmente sendo levada.

Trabalhando demais, estudando demais, consumindo demais, e comendo demais, sim o peso aumentou também consequentemente, mesmo tendo hoje uma nova consciência, um novo coração e muitos pensamentos renovados, ainda havia algo que começou a me incomodar no meu modo de vida.

Uma espécie de descontentamento sem razão de ser, afinal, trabalho com o que amo, tenho um relacionamento amoroso que sempre sonhei, meus filhos estão bem e minha saúde sem grandes alterações, mas o que realmente faltava???? Comecei então a fazer comigo o caminho que faço com meus clientes, me observar, sentir e reconhecer.

2019 foi intenso e pouco estive em casa, pouco estive com minha família, então decidi que não faria nenhuma viagem neste final de ano, que cuidaria um pouco do que é simples, da minha casa, dos meus, e foi então que encontrei o que estava buscando, rsrsrsr talvez você esteja aí pensando que o que me faltava na verdade era uma boa pia de louças para lavar, mas não, olhei para minha casa e vi tantaaaas coisas que não usava que fiquei até aborrecida, foram 4 dias intensos de faxina, foram tantas caixas, tantas mas em uma quantidade que nem eu imaginava, tirei da minha casa tudo que não usava mais, roupas, utensílios de cozinha, livros, enfeites, simmmm todos os enfeites que ficavam por cima dos balcões, e acredite descobri que era consumista DEMAIS, quantas dezenas de coisinhas inúteis ao meu redor, poluindo só poluindo.

Mas como sou intensa em tudo que faço, fui me aprofundar um pouco mais sobre o porque aquilo tudo estava me incomodando tanto, afinal eu comprei kkkkkkkkkkk.

A mídia nossa grande auxiliar e também nossa vilã cotidiana, fomenta o consumo excessivo, você precisa ter o carro tal, a roupa tal, o estilo tal, a casa tal, ou caso contrário estará fora dos moldes esperados (affffff argherrrrffffffffff eca), padrões e padrões.

Assisti um maravilhoso documentário que super indico “Minimalismo – Um documentário sobre coisas importantes clicando neste link você pode ir direto para ele, e veio de encontro com diversos estudos que venho fazendo sobre o verdadeiro sentido da vida e das coisas.

Minimalismo não trata de não consumir mais, trata da qualidade do consumo, o quanto nossas escolhas cotidianas impactam diretamente em nossa satisfação pessoal e no meio em que vivemos. Se vou continuar comprando roupas, sapatos e etc? Sim provavelmente mas agora utilizando ainda mais uma ferramenta do Barras de Access: “Realmente preciso disso?” “Se eu escolher comprar o item, como será a minha vida daqui há um ano?” Simples perguntas que me ajudarão a ter mais critério para as escolhas que faça a partir de agora.

A influência da mídia

Sou do tempo em que as propagandas eram feitas para as mães se encantarem, elas decidiam pela compra ou não de um brinquedo, roupa ou acessório para seus pequenos, hoje somos bombardeados de informações, as crianças ainda pequeninas já sabem o que querem (oi??) e o mais assustador, ainda pequenas já ganham seu primeiro smartphone. Aprendemos então a viver baseados nos padrões externos, alguns atingíveis, outros inalcançáveis, e na maioria das vezes, quer saber a verdade? Você nem queria tanto aquilo, gosto de uma fala do documentário que fala sobre a compra de um carro, no início ele é o máximo, tudo que você queria, algum tempo depois você vê o conhecido, o vizinho ou seja lá quem for com um carro melhor pronto, coitadinho do seu já não serve mais, e começa a saga financiamento, consórcio, empréstimo, poupança, ou até usar aquele dinheiro guardado para fazer o investimento no sonhado modelo novo, que logo logo ao primeiro olhar de desdém já não será mais o queridinho, e começa tudo de novo.

“Precisamos REALMENTE aprender a ser materialistas”.

Valorizar realmente nosso suado dinheirinho, pergunte-se: Quanto vale uma hora minha de vida?

Provavelmente esta uma hora de vida você gasta muitas vezes trabalhando, e logo recebe o dinheiro e vai lá comprar um item que em pouco tempo estará empoeirado sobre algum balcão, ou ainda guardado em uma gaveta.

Não que seja realmente um problema esta atitude desde que realmente seja uma ESCOLHA.

Consumo consciente se refere a VIVER mais conscientemente.

Estamos perdendo nossa essência, o nosso

por quê!!!!

Aquilo que verdadeiramente nos move! Talvez você esteja se perguntando o que tudo isso tem haver com a faxina na minha casa, remexer os armários, me livrar do que não usava ou gostava, doar tudo aquilo que será tão bem usado por outra pessoa, me trouxe leveza e uma nova filosofia de vida, realmente ter certeza do que quero comprar, do que quero vestir, comer, viver.

Então entendi que o que me faz plena, feliz e realizada é a leveza de ser eu mesma, sem rótulos, sem ter que……….., ou ter isso ou aquilo, entendi também que demorei demais para chegar a esta conclusão porque estava ocupada demais, logo uma das novas decisões que vem com o ano novo é ter mais tempo para MIM. Adoro cuidar da minha casa, ao contrário do que diz a música de Ataulfo Alvez (Ai que saudade da Amélia), tenho lá minhas vaidades, e acredito que ser mulher de verdade está de longe ligado ao quanto cuidamos da nossa casa ou do que decidimos não ter, mas uma das minhas alegrias é ter meu cantinho cuidado por mim, e a decisão de neste final de ano ficar em casa e organizar não somente a casa como também projetar o meu ano, foi a que trouxe mais tranquilidade para meu coração.

Resumo de tudo

Estou aqui escrevendo sentada na minha espreguiçadeira, a brisa suave lá de fora trazendo tranquilidade, um clima agradável que é complementado pela visão que tenho do todo, olho para todos os lados e só vejo itens que verdadeiramente desejo ter, a energia do ambiente está mais fluida, tudo está mais confortável e eu estou mais feliz.

Que venha 2020. Com a casa literalmente arrumada, dentro e fora.

E você já definiu as primeiras mudanças que deseja para este ano em seu comportamento? Tudo começa em nós e se quisermos tudo se transforma a partir de nossas escolhas.

Quer saber mais? Clique aqui

Mari Santana Terapia Sistêmica e Coach

Quando o sistema familiar adoece…

Talvez caro leitor, você seja uma das pessoas que assim como eu, um dia parou para se perguntar, ” porque eu sou assim?”, “porque eu tento mudar e não consigo?”, “eu queria fazer diferente, mas é mais forte que eu.”

O sistema familiar é como o corpo humano, cada órgão tem uma função específica, e todos precisam estar conectados, saudáveis e em pleno funcionamento para que todo o sistema familiar funcione adequadamente, quando um órgão por mais simples que seja adoece, todo o sistema sente, é como uma onda que reverbera até muito distante, atuando em órgãos que nem sequer tem ligação direta com o tal órgão adoecido.

Somos assim também em aspectos familiares, memória celular, isto mesmo trazemos a história dos nossos ancestrais em nossa genética, ou você nunca ouviu falar em pré disposição genética, isto mesmo se podemos ter uma doença que um antepassado teve, se podemos ter características físicas como a cor do olho, os traços, os gostos, obviamente assim também o emocional, cultural, os traumas, medos, angústias vividas por eles também virá como uma herança, indesejada, mas virá, até que esta lacuna seja resolvida, ressignificada. Também trazemos recursos poderosos, positivos.

Quantas e quantas gerações antes de nós, pessoas que não se conheceram, não tiveram como tratar suas dores emocionais, não se realizaram profissionalmente, muito provável que se fizéssemos um levantamento, encontraríamos a dor da viúva, o sofrimento do órfão, a luta da mulher abandonada, a dor do homem traído, dos filhos deixados para trás, do trabalhador que morreu na escravidão, do matemático, da enfermeira, nossa quanta gente, quanta história, quantas vitórias, mas quanta dor, e muitas vezes você se olha sem entender de onde vem as dores que sente, a falta de autoestima, insegurança, medo de ser traído, a carência sem explicação, a vontade de morrer……

E então começamos a perceber histórias se repetindo, geração a geração, falamos “Ahhh eu não serei como meu pai, como minha avó”, e um belo dia lá está você igualzinho, repetindo os mesmos comportamentos de pessoas com as quais nem conviveu direito muitas vezes.

O caminho para estas descobertas muitas vezes é longo, doloroso, levamos uma vida sem nos conhecer, sem compreender nossas próprias atitudes, e um belo dia cansamos de carregar o fardo que mal entendemos qual é.

Terapias Complementares tem sido grandes aliadas na cura dos emaranhados sistêmicos, Constelação Sistêmica, PNL, Hipnose, regressão, são somente algumas das técnicas que tenho aplicado nos atendimentos e com resultados surpreendentes, uma técnica das que mais gosto é o Reimprint da Programação Neurolinguística, uma regressão consciente que leva o paciente a há um momento importante onde o trauma, sensação, etc.. fora imprintado (gosto de chamar de carimbo, isto mesmo foi o primeiro “carimbo”) referente a tal sensação.

Que tal se hoje você parasse um pouco para conhecer mais sobre a história da sua família? Quem foram os avós e como foi a vida deles, os bisavós, os seus pais, enfim, tanta riqueza tem escondida em nossas raízes familiares……. inclusive muitas respostas.

Quer conhecer mais sobre terapias sistêmicas? Clique aqui e me envie uma mensagem vamos agendar um horário para você! Siga Transformando a sua e outras vidas………

Abraço com aroma de Vetiver….. Mari Santana

Separação a dor solitária

Os primeiros momentos são como um filme em que você volta várias vezes para ter certeza se realmente viu o que viu, ou ouviu o que ouviu, ficamos céticos, parece brincadeira, ou ousadia do destino interferir em algo tão definido, certo, decidido.

Aos poucos você se vê inundado de um não sei o que de sentimentos, raiva, frustração, medo, culpa, vergonha, dor e nostalgia, é como se tudo aquilo não pudesse acontecer com você, logo com você que tinha tantas certezas, tantos projetos, sonhos e dependências, sim, dependências, emocional, afetiva, daquela presença que estava ali constante, e então, começa a saudade, sim imediatamente, a saudade do que foi vivido e especialmente do que ainda se poderia viver.

E começa então uma corrida insana, para recuperar o tempo perdido, mas o desgaste já não permite reparo, os dias vão passando é como se a areia movediça tomasse conta de seus pés e os pensamentos fossem tantos que mesmo todo o céu não permitiria compreender sua extensão.

E começa a parte mais difícil, saber que todos vão saber que você falhou, que seu sonho não aconteceria mais, os primeiros pensamentos são e agora? Quando perguntarem e o fulano? Como me adaptar a fazer tudo sozinha(o)? E meus filhos como ficam? Vou envelhecer sozinha(o), nunca mais conseguirei amar; Acabou, sim acabou……

É neste momento que muitas vezes se manifesta a síndrome do coração partido o sentimento de que a vida não irá continuar após tanta dor…

Talvez você esteja se perguntando como posso saber que é assim, afirmo que passei por todas estas fases, e na experiência que tenho tido com meu trabalho identifico cada vez mais este processo acontecendo com homens e mulheres, sim mulheres, homens também sentem o final de uma relação.

A parte mais difícil é sempre o recomeçar, estamos desacreditados do amor, sem motivação e sem esperanças de conseguir um dia ver as coisas de forma diferente.

Mas existe sabedoria no tempo, e ele passa, e com ele vão-se também as dores, ficam algumas marcas e aprendizados, mas sim, é possível superar e permitir-se viver e sorrir novamente.

Lembro que quando passei pelo divórcio, sentia que não era mais possível sonhar com um relacionamento, algo havia quebrado de uma maneira que parecia irremediável, perdi a autoestima, e a autoconfiança baixou quase a zero, tinha muito medo de como seria enfrentar a família, amigos, como seria estar sem ele para me apoiar? Eu vinha de um grave problema de saúde, que transformou meu ex marido em um irmão, foram anos de uma luta incansável para que eu me recuperasse, e quando finalmente me recuperei, ele não e eu não éramos mais os mesmos, ele percebeu antes, eu só percebi naquele dia, em que ele falou que não poderíamos continuar o casamento.

Temos hoje um número gigantesco de pessoas que passam por processos semelhantes, alguns bem traumáticos, no meu caso confesso, que foi muito mais difícil desapegar pela dependência emocional que a doença criou em mim com relação a ele, pois dependi por muito tempo até para conseguir caminhar direito, e durante todo este período tive um parceiro e um amigo incansável, mas a paixão se esgotou, saímos ambos machucados, não foi uma fase fácil, pois eramos considerados por muitos o casal perfeito, e eramos, pois fomos perfeitos um para o outro enquanto foi possível.

O tempo passou e o que restou daqueles terríveis momentos foram lembranças e aprendizados, entre eles, que não podemos depender emocionalmente de ninguém que não seja nós mesmos, que a autoestima e a autoconfiança são bens preciosos, que na hora da angústia os amigos são poucos e os juízes são muitos, e especialmente que tudo passa até a dor.

Este é o período ideal para que você comece a se conectar comigo mesma(o), quando vivenciei este momento busquei primeiramente na fé um alicerce para continuar, posteriormente busquei sites, livros, palestras que me ajudassem a entender o que acontecia comigo internamente.

Baseada naquela fase tão especial da minha vida separei algumas dicas para você que talvez esteja passando por este momento, e se puder te ajudar ao menos a encontrar novas alternativas, já ficarei muito feliz, foi inclusive com elas que consegui superar, recomeçar e até me casar novamente, encontrei um novo amor, que me fez ver a vida de outra maneira, vivemos em harmonia e sem as sombras do passado, e em harmonia com o ex marido, que hoje é um irmão para mim, pois o fato de não existir mais amor no nosso caso não apagou todo respeito e consideração que foram conquistados em longos anos de convivência. Se isto se aplica a todos os casais? Não, claro que não, pois quando há traição, desrespeito ou agressões fica muito difícil se manter um bom relacionamento, mas acredito que as dicas a seguir, seja qual for seu caso lhe ajudarão nesta jornada de recomeço:

  • Reveja sua vida: Faça um levantamento de tudo que deixou de fazer nos últimos anos, metas, projetos e até aquela comidinha que você sempre gostou mas não faz mais, retome, se permita ter um momento só seu, surgirão muitos insights que ajudarão você a organizar esta nova fase.
  • Reorganize o espaço: Guarda roupas, quarto, mude os móveis de lugar, dê uma nova cara para os ambientes, guarde coisas que lembrem momentos que não voltarão mais.
  • Pare de reclamar: Ficar reclamando, choramingando para os outros, contando para um e para outro o quanto você está infeliz sem ele(a) não irá ajudar você a se recuperar, lembre-se, a vítima esta fadada a nunca vencer, seja forte, deixe a vítima de lado.
  • Saia de casa: Uma dica preciosa, este é o momento de passear em um parque, tomar café com uma boa amiga, assistir um filme ou até mesmo sair sem rumo para dar um volta por aí, deixando os pensamentos correrem soltos, mas o principal, não fique parado(a), sentado(a) chorando, respire fundo e saia.
  • Não se jogue logo em outro relacionamento: Isto mesmo, aquela velha história de que um amor se cura com outro, só se aplica para algumas raras exceções, no geral uma pessoa ferida, encontra outra pessoa ferida, para ambos tentarem se curar, o que acaba gerando mais e mais dor, dê-se um tempo, tempo para se reconhecer, ficar inteira(o) e não precisar mais de alguém para te completar, mas sim para complementar.

Uma grande falha é buscar alguém para curar nossas dores, ninguém o fará senão nós mesmos, e só conseguiremos êxito nesta jornada de cura e transformação se nos permitirmos olhar atentamente para nós, com cuidado e acolhimento entendendo que nossa história de vida é única, nem um minuto pode retornar atrás, mas que temos infinitas possibilidades a frente.

E sobre tudo, diga sim para o recomeço quando ele aparecer na sua vida……

A jornada dos pais – Coaching Parental

“A primeira etapa do processo é a constatação de que “há algo de errado sobre nós como estamos naturalmente. “Sem essa realização, nada acontece William James

O Coaching Parental é baseado em investigação apreciativa (I.A) entendendo que as famílias possuem em sua essência, as chaves para solução dos conflitos e as repostas para as dinâmicas familiares. Toda a família constituída (seja qual for sua constituição) tem a necessidade de ser capaz de gerar uma solução para os desafios da sua época e para a evolução de seu sistema familiar, além de claro contribuir para todo o sistema da sociedade.

Na análise investigativa todos os membros da família precisam se sentir incluídos e pertencentes.

Cria-se uma abordagem positiva de mudanças que busca resgatar os sucessos alcançados pelo sistema familiar, através da descoberta das suas melhores práticas e conquistas, ao mesmo tempo permitindo que a família atual visualize o futuro colocando as suas próprias soluções, vistas sob um olhar muito mais atual e fazendo frente aos desafios modernos. JACQUELINE VILELA

Na investigação Apreciativa temos como foco trabalhar:

  • Os pontos fortes dos pais, ensinando-os a aprender, reconhecer e valorizar suas conquistas
  • Mapear o que esta funcionando bem e descobrir como estender isso a outras áreas;
  • Usar o processo de investigação e aprendizagem para realizar sonhos e manter a motivação;
  • Elevar a consciência para que os pais consigam interpretar os fatos de uma maneira menos rasa;
  • Voltar ao lugar de adulto da situação, que contêm o maior número de recursos e capaz de reconhecer e aceitar outros pontos de vista;
  • Estar mais aberto a mudanças e ao aprendizado;

Os filhos cada um deles precisa de apoio adequado seja qual for a fase de desenvolvimento em que esteja, para nutrir e manter-se saudável física, cognitivo, emocional e socialmente, Claro, existem necessidades que são comuns a cada fase e se aplicam para todas as crianças, porém, cada criança é única em algumas de suas necessidades de desenvolvimento e ao seu momento de crescimento, não há como colocar numa forma de um padrão único para todos,

O Coaching Parental atua ajudando os pais a alinhar suas decisões com as melhores práticas comprovadas pela neurociência e a psicologia positiva.

Os Ciclos do Sistema:

  • O casal – Dois indivíduos que decidem formar um casal, decisão que irá mexer com os sistemas familiares das famílias originais, dos próprios indivíduos;
  • Família com filhos pequenos – O casal assume o compromisso de aprender a ser pai ou mãe e dentro do sistema há o movimento de criar um espaço para aceitação e convivência de cada membro;
  • Famílias com adolescentes: Tanto os papéis dos pais como dos filhos sofrerão mudanças consideráveis porque as fronteiras serão ampliadas;
  • A partida do filho: Momento bastante desafiador, quando os pais conseguem ter um retrato dos seus esforços. É a fase que também vai nascendo as novas gerações e eles se tornam avós. Terão que aprender a lidar com o fato de envelhecerem, com as dependências e com o vazio causado pela ausência dos filhos.

Para cada ciclo novo, novos aprendizados são necessários, estruturar o desenvolvimento familiar, ter um método comprovado e assertivo já aplicado nos países mais desenvolvidos do mundo, é com certeza um aliado para ter resultados incríveis e inimagináveis.

O programa é composto por 10 sessões acompanhadas por estímulos para o desenvolvimento pleno do sistema familiar num todo.

Um grande abraço, fale comigo e venha cuidar do seu bem precioso seu sistema familiar.

Mari Santana – Terapeuta Sistêmico & Coach – Siga Transformando a Sua e Outras Vidas