Meu trabalho, Na sala de aula, Terapia Integrativa

A dor de não sentir dor……

” A vida é difícil”

“Não é bem assim…..”

“É matar um leão por dia……”

“Tadinho claro que vai chorar, nascer não é fácil, ainda mais neste mundo horrível…..”

Nem dá tempo de nascer direito e já começamos ouvir coisas assim, lembro de quando estava internada para ter meu filho, quando uma colega de quarto falava, – “ai não aguento mais de dor, mas dá uma dó de deixar nascer para ver este mundo terrível do jeito que está, mal nasce já tem conta pra pagar….. não é fácil viver…..”.

Fico me perguntando hoje que tenho estudado tanto sobre as emoções, quais as memórias e padrões uma frase assim imprimem na criança antes mesmo de nascer, e mais, quanto tempo da vida dele irá demorar para ressignificar isto, pior é pensar na possibilidade de ao longo da vida precisar “vivenciar” na prática, o que será produzido por estes padrões limitantes.

Traumas, dores, constantes frustrações, e cada dia mais cedo vamos perdendo nossa essência, o impacto da vida familiar desestruturada, pessoas sedentas de algo que ainda não sabem o que é exatamente. Cada vez mais perdidos, vazios………………….. já não sentem mais.

Me despertou a atenção uma frase em particular que ouvi de um aluno em uma instituição em que palestrei outro dia, o tema era “Equilíbrio Emocional”, após por quase uma hora falando sobre as emoções, como transitamos entre elas, como elas interferem em nosso dia a dia se desequilibradas, medo, ira, alegria e tristeza. Abri então o espaço para perguntas, quão grande minha surpresa, quando ele me disse: – “Mari, e quando não sentimos nada? E quando não dói, mas também não há alegria? Eu não sinto nada.

Não sentir também é sentir, mas em outro nível, é como se anestesiasse uma dor para que não seja olhada mais de perto, parece sem sentido, mas em um outro relato certa vez um paciente me disse que a sua mair dor era não sentir dor, compaixão, alegria ou sequer vontade de rir ou chorar, é como se ele andasse vagando pela vida sem fazer parte dela.

Buscando mais profundamente, encontramos um bloqueio na morte da sua irmã, anos atrás, uma pessoa muito próxima, querida e que ele tinha como sua grande referência, foi ali naquele momento que ele entendeu que não deveria mais “se permitir, sentir nada que o ferisse tanto assim novamente”, bingo, encontramos o momento em que a “anestesia” foi aplicada no seu emocional; Então com técnicas de PNL e Hipnose e um trabalho de ressignificação de memórias foi possível em um dia comum de consulta, em um papo mais descontraído vê-lo gargalhar, e dizer “nossa, nunca ri tanto”, haviam lágrimas nos olhos de rir e de emoção, ele agora “sentia” novamente.



Sentir medo faz com que nosso instinto de proteção e preservação seja ativado. Sentir alegria faz com que possamos nos sentir recompensados por tudo que buscamos, traz satisfação e sentido para nossa vida. Sentir nojo nos faz ter cuidado. Sentir tristeza nos faz jogar para fora dores guardadas, lágrimas lavam nossos olhos e jogam toxinas nocivas ao nosso organismo para fora de nosso corpo.

De fato as emoções equilibradas são fundamentais para a nossa saúde física, emocional, nos relacionamentos. Torna a vida mais leve. Então minha dica para você que parece já não sentir mais suas emoções e para você que as tem sentido de forma exagerada, é que busque se conhecer, tratar as dores guardadas na sua mente consciente e mesmo aquelas das quais você sequer tem conhecimento, isto mesmo, aquilo que você sente, mas que nem sabe o porque.

Os processos terapêuticos são grandes aliados do autoconhecimento, tenho a satisfação de poder ver com meus olhos transformações de vidas, após se permitirem passar pela terapia, PNL, Hipnose e Psicoaromaterapia são meus grandes aliados nesta missão de seguir transformando a minha e outras vidas.

Agende seu horário e se permita conhecer suas infinitas possibilidades.

Grande abraço com o perfume das flores e a alegria que você merece.

Mari Santana Coach & Terapia Integrativa

Coaching e Desenvolvimento, Meu trabalho, Na sala de aula

Os Níveis Neurológicos

Nossa identidade é como o tronco de uma árvore, é o cerne de nosso ser. O tronco de uma árvore desenvolve-se organicamente a partir de uma semente, crescendo com o suporte de uma rede oculta de raízes que mergulham profundamente no solo, provendo força e nutrição. Existe uma rede de “raízes” que se orientam para a luz e o ar provendo outro tipo de nutrição, os galhos e folhas. As raízes e os galhos de uma árvore tanto moldam como são moldados pela ecologia a que pertencem.

De maneira similar, nossa identidade tem suporte em uma “rede” interna de nossos valores pessoais, crenças e capacidades, assim como nosso ser físico e o ambiente. Externamente a identidade é expressa através de nossa participação em um sistema mais amplo; nossa família, relacionamentos profissionais, comunidade e o sistema global do qual somos membros. Fenômenos como “cura”, “alegria”, “compaixão”, “compromisso” e “amor” são os “frutos” do espírito manifestados através de nossa identidade e são expressos e fortalecidos através do desenvolvimento, enriquecimento e crescimento destes dois sistemas de “raízes” – o sistema oculto de nossa neurologia que se desenvolve no solo de nosso corpo, e os galhos e folhas mais amplas de nossa família, comunidade e o sistema global do qual somos parte.

De acordo com a PNL a combinação desta várias dimensões de nossa experiência subjetiva são incorporadas na forma de circuitos neurológicos que podem ser ativados e mobilizados através de padrões de linguagem, estratégias cognitivas e padrões fisiológicos.

Níveis neurológicos são úteis para o estabelecimento de objetivos e resultados. Você pode especificar resultados por:

  • Tipo de ambiente que deseja
  • Como deseja agir
  • Habilidades que deseja
  • Atitudes e crenças que deseja adotar
  • Tipo de pessoa que deseja ser

O próprio pensamento de resultado é uma habilidade ou capacidade, uma abordagem que você adota em todas as decisões que tomar.

Pensamento de resultados se alinha com as suas crenças e valores quando você vê o quão bem funciona e quando se torna um princípio importante em sua vida.

O pensamento de resultado alcança o nível de identidade, quando você se torna o tipo de pessoa que anda em direção aquilo que deseja na vida em vez de deixar isso ao acaso ou para que os outros decidam.

A LINGUAGEM DOS NÍVEIS NEUROLÓGICOS

É possível saber em qual nível uma pessoa está pensando ouvindo as palavras que usa. É possível, por exemplo, mapear todos os cinco níveis usando uma só sentença:

“Eu não posso fazer isso aqui”

Quando o “Eu” é enfatizado, é uma declaração de identidade; “Eu não posso fazer isso aqui”.

Quando o “não posso” é enfatizado, é uma declaração de crença; “Eu não posso fazer isso aqui”.

Quando “fazer” é enfatizado, é uma declaração de capacidade; “Eu não posso fazer isso aqui”.

Quando “isso” é enfatizado, é uma declaração de comportamento; “Eu não posso fazer isso aqui”.

Quando “aqui” é enfatizado, é uma declaração de ambiente; “Eu não posso fazer isso aqui“.

Eis alguns exemplos de declarações que mostram claramente o nível a que se referem:

Identidade: “Sou um bom gerente” Crença: “Fazer terapia me ajudou muito na minha vida” Capacidade: “Tenho excelentes habilidades em comunicação” Comportamento: “Fui mal naquela avaliação”

Confundir níveis neurológicos causa muitos problemas. O problema mais importante é a confusão entre comportamento e identidade. Crianças e adolescentes ouvem com frequência. “Você é mau”, “Você é difícil” (declarações de identidade), quando fazem algo errado (comportamento). Consequentemente, muitas pessoas acreditam que são o que fazem e se julgam de acordo. Mas cada um de nós é uma pessoa capaz de fazer coisas e nem todos serão aprovadas pelos outros.

A constante busca por aprovação, tem feito com que crianças, jovens e adultos, se desconectem de suas essências, se percam de suas identidades e acabem se auto rotulando como pessoas sem capacidades, imprestáveis e cuja vida não tem sentido, daí percebemos o assustador índice de suicídios, violência, pessoas desesperadas que não se conhecem ou reconhecem, mas que estão sedentas por reconhecimento alheio, ainda que da maneira mais drástica ou negativa.

Níveis neurológicos separam o ato da pessoa!! Você não é o seu comportamento.

fonte: Instituto de bem com a vida – Apost. Master em PNL – 2018

Mari Santana – Terapia integrativa & Coach

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Coaching e Desenvolvimento, Na sala de aula

Professores e a tarefa de dar feedbacks

Você professor (a) sabe exatamente do que estou falando, temos vivido dias complicados no que se refere a comunicação ser assertiva, uma palavra e pronto, um mundo caindo sobre a cabeça do professor.

A educação que antigamente era responsabilidade dos pais, hoje tem sido delegada aos professores, pedagogos e tem tornado cada vez mais complexa a comunicação entre docente e discente, não é difícil encontrar relatos de discussões, agressões verbais e físicas contra professores e até mesmo professores que perdem a linha e acabam agredindo os alunos.

Seja no que se refere as disciplinas, comportamentos ou ainda habilidades a serem desenvolvidas o feedback é uma ferramenta poderosa para que se possa integrar o aluno ao processo educacional de maneira que seu desenvolvimento seja reconhecido ou ampliado.

Dar feedbacks aos seus alunos é importante, é uma forma de desenvolvê-los. Mas você sabe se esta fazendo da maneira correta?

O feedback tem que fazer o aluno se sentir motivado a buscar a evolução.

Hoje separei para você, professor, dicas de como dar feedbacks aos seus alunos de forma mais produtiva e assertiva:

  • Reserve momentos específicos para isso: Semanalmente, quinzenal ou até mesmo mensal, mas que seja programado em um momento específico e com objetivo determinado.
  • Não exponha o aluno diante da turma: Esta atitude pode causar algum tipo de constrangimento e até bullying, quando for um feedback “ruim”. E quando for “bom”, pode fazer com que haja desmotivação por parte de quem ainda não está indo bem.
  • Cada aluno tem suas limitações e qualidades. Tenha empatia. Apresente sempre 2 a 3 pontos positivos e 1 ponto de melhoria, pois na mente do aluno ficará como um incentivo para manter o comportamento pelo qual foi elogiado, e apresentando um ponto a ser melhorado, também mostrará que ele NÃO é o comportamento dele, esta NÃO é a identidade dele, sendo assim comportamentos e habilidades podem ser desenvolvidos.
  • Mantenha o acompanhamento: Somente dar o feedback não resolve a questão, o acompanhamento constante, com estímulos inclusive (conversas, tarefas, orientação aos pais, encaminhamento psicológico ou médico quando necessário), favorecerá o desenvolvimento promovendo mais tranquilidade para sala de aula.

O Feedback não deve ser apenas no final do ano letivo. Mantenha o acompanhamento de cada aluno e dê feedbacks há cada 3 meses.
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Você gostaria de um treinamento especial sobre Feedback na sua escola? Clique aqui e fale comigo.

Mari Santana – Especialista em Neuroaprendizagem Avançada.

Na sala de aula

Aliviando com a turma….

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Hoje fizemos algo diferente, uma das turmas que estou acompanhando agora é a de Assistente de Cabeleireiro, um pessoal riquíssimo, mães batalhadoras, meninas muito novinhas que já tem um objetivo, outras que estão buscando algo novo ou simplesmente complementar a renda familiar.

Nossas tardes são maravilhosas, criativas e cheias de energia, estamos na fase de tratamento capilar e escova, então não é difícil ver um sorriso escancarado no espelho quando finalizado um belo trabalho, é muito bom ver a evolução de cada uma, quando olho para estas pessoas, vejo sonhos, alguns se realizando, outros ainda nem iniciados, mas é comum entre elas o esforço e dedicação para ter uma vida em evolução.

Baseada na história cotidiana não somente delas, mas de tantas pessoas que acompanho, entendo que nosso dia a dia é repleto de coisas boas mas também de stress, cansaço, boletos rsrs, e principalmente ansiedade pelo dia de amanhã.

Então propus nesta quarta feira de fazermos uma atividade diferenciada daquela do cronograma, reservamos 20 minutos do final da aula e fomos para o pátio, fizemos exercícios de respiração consciente, pudemos nos conectar com a natureza, e entrar em contato com aquela essência maravilhosa que não acessamos tanto devido a correria da vida.

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A “ordem” era buscar a tranquilidade da mente e do coração, coloquei no centro da nossa roda uma ferramenta maravilhosa que adquiri a pouco tempo, são cartas que contém mensagens positivas, cada uma escolheu uma, leu primeiramente para si mesma, e depois compartilhou com as colegas o que a mensagem falou ao seu coração, foi lindo de ver………, houve emoção, leveza e mais conexão entre o grupo, após fechamos o círculo e cada uma colocou ali a sua intenção para si, para família, para o grupo e para o planeta.

Amor, compaixão, amizade, paz, coragem…. foram algumas das intenções emitidas por este grupo de mulheres fortes e maravilhosas.

Deixo aqui a dica pra você professor(a), alguns minutos da sua aula, para que seus alunos respirem, olhem para o céu, contemplem o belo, ou simplesmente olhem uns nos olhos dos outros, precisamos resgatar a tão maravilhosa “humanidade” que temos aos poucos perdido nestas selvas de pedra.

“No desapego também encontro a minha paz interior.”

Grande abraço,

Mari,

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Na sala de aula

O que te motiva a viver? O que é felicidade para você?

 

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Eis um tema que amo levar para sala de aula, meus alunos geralmente tem a faixa etária entre 18 e 50 anos, muitos estão mudando de profissão, outros ainda não sabem exatamente o caminho que querem trilhar, ainda temos aqueles que se qualificam para realizar trabalhos voluntários, uma coisa é comum a todos, o entusiasmo por algo novo, a sede de conhecimento, claro, um ou outro nem sabe o que realmente quer, nem tem aquela sede de aprender rsr, mas até mesmo estes tem alguma motivação, que os faz se dirigir até o curso e seguir até o final.

Realizo a cada início de turma uma aula somente sobre motivação, onde o tema central não é a qualificação profissional, nem o mercado de trabalho, lanço então para eles o seguinte questionamento: O que te motiva a viver? O que é felicidade para você?

Muito interessante que em um primeiro momento eles ficam olhando para o nada, pensando em uma resposta que pensam não ter ainda, ouço muitas vezes: – Ah profe não sei responder isto, nunca parei para pensar. Alguns falam: – Não entendi o que tem haver com o curso rsrs. Temos a tendência a não querer pensar em questões complexas, especialmente quando ainda não são resolvidas em nosso emocional.

Ao longo dos anos ouvi as mais diferentes respostas: Família, marido, ah meus filhos, não sei, minha mãe, conquistar meus sonhos, felicidade não existe, não nasci para ser feliz, Deus, fé…. enfim, a grande maioria tem motivação em outras pessoas, em realizações, mas ainda não sabem o que os motivaria individualmente.

A segunda pergunta também se mostra bastante difícil, e invariavelmente temos uma grande demora para encontrar a resposta: momentos felizes, oi?? felicidade? brincam alguns. É inerente ao ser humano a busca incessante por felicidade, todos os dias desde que acordamos até o anoitecer, estamos em busca de momentos de felicidade, mas como esta busca se dá de forma inconsciente na maioria do tempo, vamos vivendo no automático, sem entender o que é a tal felicidade que nos move, muitas vezes encontramos com ela e nem percebemos, por não saber identificar.

Por muitos anos eu entendia que a minha motivação eram meus filhos e família, ainda são claro, porém após um grave problema de saúde que me levou a quase morrer, percebi que precisava de algo a mais que me motivasse, pois necessitamos ter sonhos que nos impulsionem, talvez você me diga que ver seus filhos felizes, se realizando, sendo felizes é a sua motivação central, ok! Mas e quando seus filhos se casarem? Forem para outro estado ou ainda para outro país? Quantos pais entram em depressão profunda devido a síndrome de ninho vazio quando o filho sai de casa para alçar voo sozinho.

Já acompanhei histórias de mães que fizeram de tudo para que seus filhos voltassem para casa, para suprir aquele vazio, inclusive interferindo no casamento, outros pais que sustentaram seus filhos até a meia idade, com o receio de que eles fossem cuidar de suas vidas deixando o temido vazio no lugar. Seja por um motivo ou outro, se a motivação que tivermos para viver estiver em outra pessoa, quando ela não estiver mais conosco, já não teremos mais ao que nos apegar, e este vazio pode nos levar inclusive ao extremo de considerar que viver não vale a pena.

Considero felicidade algo subjetivo, de fato é algo particular em que cada pessoa se identifica com ela a sua maneira, para mim ela esta ligada a simplicidade de uma respiração consciente, a momentos de gargalhada com minha filha, ou ainda de momentos de reflexão com meu filho nerd lindo, também considero felicidade aquele instante de calmaria, após um dia exaustivo de trabalho quando me recosto nos braços do meu companheiro, ah o cafezinho da minha mãe, o bate papo com meus irmãos…

Seja simples ou complexo, cada um de nós é um mundo particular repleto de infinitas possibilidades, deixo aqui esta reflexão para seu dia, há quanto tempo você não faz algo que gosta simplesmente porque VOCÊ gosta, há quanto tempo você não SE levou ao cinema ou ainda para passear naquele lugar que gostava tanto de ir, coisas simples que você deve fazer por si mesmo por que você merece e porque é muito importante.

Lembre-se, no dia que sua vida se acabar (sem dramas, isto vai acontecer a todos nós), o que terá feito por si mesmo? O quanto terá se acolhido e se amado? Todos que você ama continuaram suas vidas, seus sonhos e motivações, buscando a tão sonhada felicidade.

Portanto reflita:

O que te motiva a viver?  O que é felicidade para você? 

Finalizo com esta reflexão e esta linda Música!

Grande abraço, Mari…….Siga Transfomando.